Filmes, livros, poesias, a ficção em geral, tem o costume de vincular em suas histórias o amor. É comum esse amor ser idealizado, platônico. Filmes adolescentes, onde há aquele casal que se apaixona no primeiro olhar e há alguém que não gosta da união e faz de tudo para que se separem, porém, no fim, o casal descobre as armações e voltam para viverem felizes para sempre. De cabeça, posso citar filmes desse tipo como Garotas Malvadas (não critiquem), Ela é o Cara, A Nova Cinderela. Há também os filmes que já não são tão ‘água com açúcar’, em que o amor é impossível, ou acontece alguma tragédia que impede o casal de ficar junto, como Anjos da Noite 3. Histórias de amor com situações engraçadas, como Como Se Fosse a Primeira Vez. Livros de sucesso mundial como a série Twilight, onde a humana se apaixona pelo vampiro e vivem um grande amor. Poesias não é preciso nem mencionar o quanto é um amor idealizado. O intuito não é criticá-los, mas sim exemplificar como na ficção tudo é perfeito, tudo é um mar de rosas e tudo começa com a troca de um olhar, amores impossíveis e acabam com finais de amor eterno.
No entanto, na vida real, não é tão perfeito. É claro, há intrigas e há – em alguns casos – o felizes para sempre. Mas acontecimentos como amor à primeira vista é algo que não há como acontecer. Para se amar, precisa mais do que um olhar. Para amar precisa ter cumplicidade entre duas pessoas. Para amar precisa se conhecer. Para amar precisa-se ter amizade. Precisa-se ter uma base onde apoiar-se. Só o amor não adianta. É necessário ter inúmeros fatores. É necessário ter-se dedicação extrema. É necessário ter o amor em primeiro plano. Não de forma obsessiva, mas de forma que o bem, que a felicidade da pessoa que se ama esteja em primeiro plano. Como escrito antes, o amor real é diferente do fictício, pois no real, nem todas as pessoas são altruístas. No real, as pessoas sentem ciúmes, tem possessividade. Existem as brigas, existem as mágoas, existem os erros.
Por fim, é importante saber que o amor salva, mas também pode fazer-se perder. O amor é libertador, mas pode ser egoísta. Aproveitarei a conclusão para citar o quanto eu amo o parceiro de blog. Ficou meio tosquinho falar dessa forma, mas... Por mais que eu tenha cometido inúmeros erros, eu te amo. Não, é algo mais forte que só essas palavras dizem. É mais intenso. Desculpa não fazer algo melhor, mas não se tem muito o que dizer. É um sentimento sem fim, é um sentimento da qual as palavras não são capazes de completar. É um sentimento indescritível de quando eu estou contigo, de quando escuto sua voz, de quando escuto você falar que me ama. É algo que vai muito além da compreensão.
"Se perguntar o que é o amor pra mim
Não sei responder
Não sei explicar
Mas sei que o amor nasceu dentro de mim
Me fez renascer
Me fez despertar
Me disseram uma vez
Que o danado do amor
Pode ser fatal
Dor sem ter remédio pra curar
Me disseram também
Que o amor faz bem
E que vence o mal
E até hoje ninguém conseguiu definir
O que é o amor
Quando a gente ama, brilha mais que o sol
É muita luz
É muita emoção
O amor
Quando a gente ama, é um clarão do luar
Que vem abençoar
O nosso amor"
Arlindo Cruz
Olha só, é idiota, mas eu sou outra pessoa, right? AUSHUIAOSHIUAHSIAHSIUOASHIAHSI
ResponderExcluirVocê postou, eu li.
Concordo em partes. Discordo em outras.
A complexidade do amor se apresenta de diversas formas e a beleza dele é algo imaginário, não existe. Amor é prisão, amor é babaquice. Odeio amor. -S
Obrigado por me citar, bem bonito. <3
Kako *-* Isso ficou mega mágico! Eu amei ♥
ResponderExcluirLuluzinha passando pra desejar uma linda sorte no blog de vocês e não se esqueçam de visitar os meeus, táa? *-*
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e o das Kensey
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